Grupo Inclassificáveis
NOSSA ARTE
O GRUPO



Dessa trajetória nasce o espetáculo: Quem disse? Um convite à reflexão e um ato de celebração da diversidade. Ao trazer para a cena temas como, capacitismo, gordofobia, racismo, homofobia e intolerância religiosa, a obra cria um espaço onde o público é provocado a questionar: quem determina o que é certo, o que é “normal” ou o que é aceito socialmente? Com uma linguagem leve, bem-humorada e ao mesmo tempo contundente, a montagem articula teatro, poesia e crítica social, transformando questões complexas em experiências sensíveis e acessíveis. É uma peça que acolhe, que abre brechas para o riso e para a emoção, mas que também deixa inquietações necessárias porque, ao final, ninguém sai ileso de um encontro com a pergunta central: Quem disse?



Mais do que uma peça de repertório fixo, Quem disse? É um experimento cênico em constante movimento, o espetáculo está sempre aberto a mudanças, adaptações e novas leituras, preservando sua essência, mas permitindo que cada apresentação se renove. Esse caráter vivo vem do próprio processo de criação, que se constituiu a partir de uma formação continuada com os jovens artistas em sala de ensaio. Leitura de textos, debates coletivos e práticas criativas deram origem às cenas, muitas vezes inspiradas em experiências individuais que, ao serem compartilhadas, se transformaram em dramaturgia. Esse processo colaborativo revela a força da escuta, da coletividade e da memória como disparadores artísticos.



Mais do que uma peça de repertório fixo, Quem disse? É um experimento cênico em constante movimento, o espetáculo está sempre aberto a mudanças, adaptações e novas leituras, preservando sua essência, mas permitindo que cada apresentação se renove. Esse caráter vivo vem do próprio processo de criação, que se constituiu a partir de uma formação continuada com os jovens artistas em sala de ensaio. Leitura de textos, debates coletivos e práticas criativas deram origem às cenas, muitas vezes inspiradas em experiências individuais que, ao serem compartilhadas, se transformaram em dramaturgia. Esse processo colaborativo revela a força da escuta, da coletividade e da memória como disparadores artísticos.
A musicalidade também é um pilar fundamental da obra. Quem disse? Conta com um repertório autoral, resultado da inventividade do grupo, que compôs e experimentou canções em diálogo com a cena, apenas uma música externa integra o espetáculo , a canção “Vá se benzer” – Preta Gil e Gal Costa, escolhida por sua potência simbólica e por dialogar diretamente com os temas abordados, ampliando ainda mais a força da narrativa.
Desde sua estreia em 2018, o espetáculo já percorreu palcos de teatros, escolas e centros culturais, alcançando públicos diversos e fomentando diálogos urgentes sobre identidade, diferença e respeito. Em mais de 50 apresentações realizadas, a obra que está em constante atualização tem se mostrado uma poderosa ferramenta de sensibilização, especialmente entre jovens, ao estimular novas formas de pensar as relações humanas e desconstruir preconceitos que ainda persistem em nossa sociedade
Mais do que um espetáculo teatral, Quem disse? afirma-se como uma intervenção artística e social, capaz de inspirar mudanças de olhar e fortalecer a luta pelo direito à diferença. Sua importância reside não apenas na estética cênica, mas também no impacto transformador que produz nas comunidades por onde passa, reafirmando a potência da arte como caminho de diálogo, resistência e construção de um mundo mais plural e justo.
ESPETÁCULO
Quem disse?
O experimento cênico “Quem disse?” traz para cena questões sobre identidade, diferença e respeito de forma descontraída e reflexiva, questionando os padrões sociais que são impostos. A busca e o reconhecimento das diferenças presentes que refletem identidades como uma construção de uma educação que deve ser diversa, a partir de um olhar inclusivo e respeitoso sobre as escolhas da vida. Este espetáculo é um processo de produção instável e inacabado. E QUEM DISSE QUE NÃO PODE SER DIFERENTE?


